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Muitas pessoas acreditam que a autoestima é algo com que se nasce: ou você a tem, ou não tem. No entanto, a psicologia nos mostra que a autoestima e a autoconfiança são como músculos — elas precisam de exercícios diários e consciência para serem fortalecidas.

Ter uma autoestima saudável não significa se sentir perfeito o tempo todo. Significa reconhecer seu valor intrínseco, aceitar suas imperfeições e confiar na sua capacidade de lidar com os desafios. Quando nossa base interna está firme, os problemas externos tornam-se muito mais fáceis de gerenciar.

A forma como você fala consigo mesmo determina a direção da sua vida. Seja sua própria rede de apoio, não seu maior crítico.

A diferença entre Autoestima e Autoconfiança

Embora andem juntas, elas têm nuances diferentes:

Autoestima: É o valor que você atribui a si mesmo. É o “quanto eu me gosto e me respeito”.

Autoconfiança: É a crença na sua capacidade de realizar tarefas e enfrentar situações. É o “quanto eu acredito que sou capaz”.

Ambas são alimentadas pela nossa autocompaixão e pela forma como interpretamos nossas vitórias e fracassos.

5 Práticas diárias para fortalecer sua base emocional

Monitore seu Diálogo Interno: Preste atenção na sua "voz crítica". Você falaria com um amigo da mesma forma que fala consigo mesmo quando comete um erro? Tente substituir o autojulgamento por uma postura de aprendizado.
Celebre as "Pequenas Vitórias": Não espere por grandes conquistas para se parabenizar. Completar uma tarefa difícil, manter uma rotina de exercícios ou dizer "não" para algo que te sobrecarrega são vitórias reais.
Estabeleça Limites Saudáveis: A autoestima cresce quando você protege seu tempo e sua energia. Dizer "não" para os outros pode ser um "sim" poderoso para o seu bem-estar.
Corte a Cultura da Comparação: Nas redes sociais, comparamos nosso "bastidor" com o "palco" dos outros. Lembre-se que cada processo é único. Foque na sua evolução em relação a quem você era ontem.
Cuide das suas Necessidades Básicas: O autocuidado não é apenas estética. Dormir bem, alimentar-se de forma consciente e movimentar o corpo são sinais que você envia ao seu cérebro de que você é uma prioridade.

O Círculo Vicioso da Baixa Autoestima

Quando nossa autoestima está baixa, tendemos a aceitar menos do que merecemos — seja no trabalho, nas amizades ou nos relacionamentos amorosos. Isso cria um ciclo onde nos sentimos desvalorizados, o que mina ainda mais nossa confiança.

Quebrar esse ciclo exige coragem para olhar para dentro e desconstruir crenças limitantes que, muitas vezes, carregamos desde a infância.

Como a Terapia reconstrói a Autoconfiança

Muitas vezes, a baixa autoestima está enraizada em traumas ou críticas severas que ouvimos ao longo da vida. No processo terapêutico, trabalhamos para:

Identificar a origem da autocrítica excessiva.

Ressignificar experiências passadas.

Desenvolver ferramentas para lidar com a insegurança e o medo do julgamento alheio.

Construir uma identidade baseada na autenticidade e no autorrespeito.

Comece a investir em você hoje

Sou a Psicóloga Sabrina Barros. Acredito que o relacionamento mais importante da sua vida é aquele que você mantém consigo mesmo(a). Se você sente que a insegurança tem te impedido de viver plenamente, estou aqui para te ajudar a trilhar o caminho do autoconhecimento.